29mar Venda de moda pela Internet cresce também com bijuterias

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O sucesso de público alcançado pelas redes sociais motivou o surgimento de empresas vendem moda pela Internet e aproveitam as redes de contatos de consumidores para anunciar e vender produtos. Essas empresas on-line – que permitem aos internautas receber anúncios indicados por pessoas conhecidas, compartilhar avaliações e comprar produtos e serviços – foram classificadas como “social commerce”, que seria a fusão entre rede social e comércio eletrônico.

Conforme dados da consultoria e-bit, o segmento de moda e acessórios foi um dos que mais cresceram na internet em 2011, passando a responder por 7% da receita do comércio eletrônico. O varejo on-line teve receita de R$ 18,7 bilhões no ano passado; neste ano, com projeção de crescer 25%, para R$ 23,5 bilhões, neste ano.

Em meio a essa efervescência, o suíço Ronald Beigl e a brasileira Camila Souza fundaram a Sophie & Juliete, empresa que tem como meta reunir profissionais nas redes sociais para a venda de bijuterias. Os sócios se conheceram na Bain & Company, onde trabalhavam como consultores e decidiram montar a empresa.

A Sophie & Juliete é a primeira empresa brasileira de internet a receber um aporte da Redpoint eVentures, gestora de fundos de investimentos criada pelas companhias americanas Redpoint Ventures e BV Capital para adquirir participação em companhias brasileiras de internet. Outro investidor a fazer aporte na empresa é o grupo espanhol IG Expansión. O valor investido é mantido em sigilo pelas empresas.

Camila diz que a meta é atrair 2 mil pessoas em um ano para atuar como vendedoras. As bijuterias serão desenhadas por uma joalheira e produzidas em uma fábrica terceirizada. Cada vendedor poderá criar sua página no Facebook para apresentar as peças e dar dicas de moda.

Os vendedores também atuarão no sistema de venda direta, seguindo o modelo da Tupperware, sob o qual o vendedor faz uma apresentação dos produtos e reúne os pedidos, feitos pela internet. “O vendedor recebe uma porcentagem sobre suas vendas e sobre as vendas de seus revendedores”, diz Camila.

Beigl diz que o mercado de venda direta cresce no país a uma média de 20% ao ano, mas as vendas de bijuterias na internet crescem pouco. “A nossa expectativa é que a venda por meio da rede de contatos seja mais bem-sucedida do que a venda porta a porta ou a venda on-line sem a apresentação do mostruário ao vivo”, afirma.

Essa é também a expectativa da 21Diamonds, loja virtual de joias personalizadas que tem uma versão no Facebook para venda aos usuários da rede social. A empresa nasceu com recursos internacionais, da companhia alemã de investimentos Rocket Internet, mas não vai adotar a venda direta porta a porta. “O segmento de joias ainda é pouco explorado na internet brasileira”, afirma Wilson Cimino, fundador e responsável por novos negócios na Rocket Internet Brasil.

Fonte: Valor Econômico

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29mar Credicard lança portal de e-commerce

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A Credicard, financeira do Citibank, anunciou ontem a entrada no mercado de vendas online. A empresa criou o portal Shopping Credicard e espera faturamento de R$ 200 milhões no primeiro ano de operação.

O portal vai reunir produtos de várias lojas em um único site e, inicialmente, só vai aceitar pagamento com os cartões da marca, a bandeira Diners e os plásticos do Citi. Segundo o presidente da Credicard, Leonel Andrade, até o fim deste semestre, a loja virtual vai aceitar todos os cartões. Outra meta é ampliar o número de lojas do portal, que nasce com seis unidades.

Além das lojas tradicionais, o portal terá um espaço para a venda de produtos associados a Roberto Carlos. O cartão que o cantor lançou com a Credicard já tem 180 mil unidades emitidas.

Para criar o portal, a Credicard fechou parceria com o site Comprafacil.com. A empresa promete não ter problemas de logísticas, comuns no comércio eletrônico. Segundo Leandro Siqueira, diretor de Marketing e Atendimento do Comprafacil.com, a empresa aumentou no ano passado em 70% o número de transportadoras que prestam serviço para o site.

A Credicard tem 7 milhões de cartões emitidos e atua em segmentos como seguros, financiamentos e adquirência (credenciamento de lojistas para aceitarem bandeiras de cartões).

Em 2011, os cartões da financeira movimentaram R$ 32 bilhões. Desse total, R$ 3,1 bilhões foram gastos em comércio eletrônico.

Fonte: O Estado de S. Paulo

29mar Carrinhos de compra abandonados: O calcanhar de Aquiles do Ecommerce

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As vendas online estão dominando. De 2002 a 2011, a despesa anual de comércio eletrônico passou de 72 bilhões para mais de 256 bilhões, segundo a comScore Companhia de Pesquisa de Internet Marketing. Este aumento na atividade do consumidor on-line trouxe milhões de lojas virtuais e uma forte concorrência entre os retalhistas. Por isso, donos de empresas on-line precisam se certificar de que está fazendo o que podem para atrair clientes e orientá-los através de uma conclusão satisfatória venda… e evitar a emissão de carrinhos de compras abandonados.

Há tanto trabalho que vai fazer um negócio bem sucedido online. Primeiro, você tem que investir tempo e dinheiro na construção de uma vitrine atrativa. Então você trabalha em obter o fluxo de tráfego saudável e comercialização de seus produtos de uma forma apelativa. Uma vez que estas tarefas foram concluídas, ninguém quer ter uma venda caiu na etapa final de check-out! É terrível ver a receita potencial se sentar em um carro abandonado.

Como você pode evitar isso? Bem, primeiro, vamos olhar para o que ele faz.

O que pode causar o abandono do carrinho de compras?

Há uma série de fatores que deixam um carro abandonado, mas aqui estão alguns dos motivos que levam.

O custo de transporte é demasiado elevado.
O carrinho de compras de check-out processo é muito longo e complicado.
A loja online não parece confiável.
O cliente simplesmente se distrai ou muda a sua mente.

Decisões do consumidor são feitas em torno desses fatores e, no final, você é deixado com uma venda incompleto e perda de receita. Abandono do carrinho de compras é um problema sério. Dependendo do estudo, é relatado que em qualquer lugar de 30% a 75% das vendas on-line são descartadas com itens no carrinho, antes da venda ser concluída.

Como podemos combater o abandono do carrinho?

Custos de envio: Há várias coisas que você pode fazer para reduzir os carrinhos abandonados por custos de transporte. Se os custos de transporte parecem justos e estão mais perto do que o cliente esperaria pagar se fosse transportar o produto por conta própria, a venda é menos provável de ser descartada. Se esse caminho não é o que você quiser tomar, ofereça incentivos, como frete grátis ou com desconto com pedidos de mais de R$ 50, por exemplo. Promoções como esta ajudam a levar seu cliente até a conclusão de venda e aumentar a quantidade total de uma venda. O importante aqui é descobrir qual o modelo de transporte que funciona melhor para sua empresa. As opções incluem frete grátis, transporte em peso / preço / item ou transporte da tarifa única.
Descomplicar o Check-out: Para evitar confusão ou distração devido a um longo ou complicado check-out, simplifique o seu processo! Este é um passo extremamente importante na retenção de carrinho. O processo de check-out deve ter poucos passos, possível até mesmo oferecer check-out com 1-click em determinadas situações, como para clientes de retorno. Isto significa que sua loja não deve exigir o registro de concluir uma compra, não deve fazer perguntas que levam muito tempo ou são muito pessoais.
Preocupação sobre a segurança do endereço do site: Segurança é uma grande preocupação para muitos consumidores e, como um comerciante de comércio eletrônico, é de sua responsabilidade pessoal para manter o cliente seguro e fazê-los sentir à vontade para dar-lhe o seu cartão de crédito e informações. Uma vez que você protegeu seus clientes, diga-lhes! Deixe-os saber que você tomou cuidado deles com um selo de verificação em sua home page e no início de seu processo de check-out.
Traga de volta consumidores distraídos: Há uma chance de que seus clientes estão simplesmente se distrair antes de concluir uma venda. Para reduzir a chance de isso acontecer, pense no que pode estar causando isso. Você tem uma navegação simplificada e amigável no carrinho de compras? Chegue ao seu potencial cliente com e-mails que oferecem incentivos e descontos para puxá-los de volta para o ato de compra. Alguns carrinhos têm este tipo de recurso incluído no seu set-up, o que torna uma forma extremamente fácil e poderosa para impedir o abandono do carrinho de compras.

Fonte: ZippyCart

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28mar Compras online representam 3,5% do varejo brasileiro

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Entre os Brics, o Brasil é o que tem a maior participação de vendas online no total do varejo, com 3,5%, de acordo com estudo realizado pelo BCG (Boston Consulting Group).

Os outros países do grupo aparecem atrás. Enquanto a China tem 2,9% e a Rússia, 1,7%, a Índia aparece com aproximadamente 0,7%.

Até 2016, o Brasil deve apresentar crescimento de cerca de 140% no valor das compras on-line, de acordo com a pesquisa.

Atualmente o montante é de US$ 15 bilhões e deve chegar a US$ 36 bilhões.

O estudo do BCG, que faz também uma comparação do perfil de consumo, aponta que os brasileiros pesquisam menos na internet antes de comprar.

Fonte: Folha de S. Paulo

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28mar Empresa de venda de moda online deve faturar US$ 6 milhões

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Já consolidado no exterior, o mercado de vendas de roupas e sapatos pela internet começa a ficar mais encorpado no Brasil. Muitas startups estão se inspirando no site americano Net-a-Porter e investindo na venda online de peças, em especial as de luxo. É o caso do The Boutique.

Atualmente, os sócios da empresa são Angelo Grizzo (CEO), José Ricardo Rezek (sócio-fundador), Flavio Chede (CFO) e Mariana Penteado (ex-Daslu, responsável pelas grifes e compras).

A plataforma entrou no ar há menos de um ano e agora investe para crescer. “A gente se baseou no Net-a-porter e focou nas marcas internacionais”, conta Angelo Grizzo, CEO da empresa. Para o primeiro ano de operação, a empresa recebeu um investimento de 10 milhões de reais.

Com esta movimentação, a empresa pretende exportar 3 milhões de dólares em produtos de marcas como Issa, Hartford e Current/Elliott. Isto deve gerar um faturamento de 6 milhões de dólares já em 2012.

Hoje, o site vende 2 mil produtos por mês, cerca de 70% dos consumidores são mulheres, das classes A e B e mais da metade das entregas é enviada para a região sudeste. O ticket médio é de 400 reais, mas há peças que chegam a mais de 4 mil reais, como um vestido da grife Missoni.

A empresa planeja faturar 1 milhão de reais por mês, contando com a chegada de novas marcas internacionais. Assim como outras empresas brasileiras, o site já sonha também em explorar o mercado da América Latina.

Fonte: Exame