4fev Os consumidores curiosos começar a utilizar QR codes

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A maior razão para fazer o uso foi descobrir o que aconteceria

Metade dos usuários de smartphones já decodificaram um QR code ​​pelo menos uma vez, de acordo com pesquisa da Chadwick Martin Bailey, mas descobertas sugerem que os comerciantes ainda não provaram o seu valor para os consumidores.

Com a presença dos QR codes em mais lugares, a consciência deles está crescendo, e muitos usuários parecem aprender o que eles fazem antes de aprender como são chamados. Chadwick Martin Bailey descobriu que enquanto apenas 21% dos usuários de internet entrevistados tinha ouvido falar de QR Codes antes, mais do que quatro em cada cinco os conhecia quando via um.

QR codes estão se tornando difíceis de ignorar, mesmo para aqueles sem um smartphone. Dados da empresa de marketing móvel Nellymoser indica que mais de 90% das 100 maiores revistas dos EUA ter apresentado pelo menos um código de barras móvel desde maio de 2011; recentemente, em Novembro de 2010, apenas 9% tinham. A proporção de páginas de anúncios nessas revistas que apresentam agora códigos de barras móvel fica em torno de 5%.

Estes resultados podem dar aos comerciantes uma oportunidade para pensar. Com os códigos de barras 2D tornam-se obsoletos, as pessoas estão aprendendo o que são: algo para ser escaneado com um aplicativo especial em um smartphone. Mas, como a consciência se desenvolve, o fator novidade pode estar em perigo. Os comerciantes terão de provar que estes códigos são uma informação valiosa na loja para seus clientes, talvez um QR code de conteúdo –   um cupom de desconto ou exclusividade –  para aqueles que os escanearem algumas vezes por curiosidade, tornando isso um hábito.

Referência: Emarketer

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1fev Compras Coletivas podem Ajudar uma Loja Virtual

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Dicas para transformar a compra coletiva num super vendedor.

As compras coletivas já se mostraram nas maiores dos casos um canal de sucesso de vendas, porque esses portais conseguiram criar um grau de atratividade elevado e público receptor maciço. Em questão de minutos uma oferta pode ser divulgada para milhões de pessoas e com isso, criar o interesse de consumo dependendo da composição da promoção.

A questão chave é como fazer uma loja virtual que contém uma gama grande de produtos, possa beneficiar das vantagens desse canal e mesmo assim continuar focando o lucro das vendas? É simples, basta que sigamos algumas regras que precisam ser observadas no momento da entrada no mundo de compras coletivas, sendo elas:

- Os produtos que serão ofertados deverão conter uma boa margem de lucratividade, para que seja possível reduzir drasticamente esse lucro a níveis mínimos e assim garantir um preço baixíssimo e ao mesmo tempo com um mínimo de receita positiva, mesmo com as taxas do portal.

- Os produtos que forem ofertados devem conter um largo estoque em disponibilidade imediata, porque caso a oferta seja realmente interessante para o publico, não é possível dimensionar o número final de vendas e muito menos bloquear, visto que uma vez a oferta anunciada ela tem um tempo mínimo de vida.

- Parte do lucro que está sendo abdicado deve ser considerado como investimento em marketing em divulgação da loja, porque graças ao potencial dos portais de compra coletiva, a loja virtual deverá receber possíveis clientes em larga escala num curto espaço de tempo.

- A loja virtual deverá estar preparada para uma avalanche de acessos e num primeiro momento serão somente acessos, poucas ou nenhuma de venda originadas desse fluxo. Porque os clientes estarão somente atrás de informações sobre o produto anunciado ou mesmo a loja. Só no segundo momento, após a concretização da venda do cupom é que serão revertidas as vendas.

[Regra de Ouro] Os cupons que forem gerados provenientes das vendas realizadas nos portais de compras coletivas, devem ser inseridos na loja virtual, onde somente seja possível ser resgatado para os produtos pertencentes à promoção anunciada. Dessa forma será possível garantir que não haverá perca de lucratividade porque os demais produtos da loja virtual que contenham margens diferenciadas não serão afetados.

Em se tratando da regra de ouro, algumas plataformas já estão preparadas para esse cenário, é o caso da plataforma Orçamento NET (www.queroumalojavirtual.com.br) que cria lojas virtuais com essa tecnologia incorporada diretamente em seu sistema.

Seguindo estas regras básicas, será possível utilizar as compras coletivas perfeitamente junto ao comércio eletrônico, garantido assim além do investimento em divulgação da loja, o aumento de vendas diretas e indiretas, obtenção de novas carteiras de clientes e o principal, aumento do resultado positivo no fluxo de caixa da loja virtual.

Por Marcelo Goberto de Azevedo, professor na Ecommerce School

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28jan 6 Dicas para Gerenciar Atendimento ao Cliente no Facebook

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O Facebook pode ser uma ferramenta valiosa de serviço ao cliente, e clientes de hoje são mais propensos a escrever no seu mural do Facebook do que pegar o telefone ou enviar um e-mail.

Ao entrar no Facebook, os proprietários de empresas de e-commerce de pequeno porte normalmente conseguem atender até vários milhares de fãs por conta própria com moderação “manual” e comentando. Quando sua base de clientes no Facebook cresce, no entanto, talvez seja necessário fazer a atualização para um aplicativo de serviço ao cliente para ajudá-lo a ter controle das coisas.

Dica # 1: Responder a todas as mensagens de forma rápida
Os clientes esperam que o tempo de resposta em sites de redes sociais seja muito menor comparado ao uso de formulários de e-mail, Web ou telefone para contato de uma empresa. Para atender a expectativa do cliente você tem que reservar tempo e monitorar sua página no Facebook para novos comentários e estar preparado para responder rapidamente a todas as discussões e comentários.

Dica # 2: Responder a todas as mensagens individualmente
Uma auto-resposta para que os clientes saibam que você recebeu seu e-mail é bom, mas no Facebook e outros sites sociais, você terá de ir além da automatização do processo de comunicação e responder aos clientes em uma base individual com uma mensagem individual. Uma resposta copiar e colar-padrão em Facebook não vai ser de valor para um cliente que procura se conectar com você.

Dica # 3: resolver o problema sem Redirecionando
Os clientes sabem como encontrar seu site. Então não os redirecione para seu site a fim de encontrar uma resposta para uma pergunta que eles fazem no Facebook. Sempre responda à uma mensagem no mesmo canal que o cliente usa para falar com você.
Em um caso onde o cliente tem uma pergunta de ordem específica. Responda no Facebook à questão, explicando a ação a ser tomada, mas convide o cliente para um chat ao vivo, telefone ou e-mail para que possam fornecer as informações pessoais (por exemplo número do pedido) que serão necessários para a resolução.

Dica # 4: Envolver-se em conversas com os Consumidores
Os clientes não se juntam a você no Facebook apenas para fazer perguntas, eles também se envolver em discussões gerais com você e outras pessoas que usam sua página. Sempre participe de conversas em geral – não apenas aquelas relacionadas a pedidos e suporte. Você também deve participar das conversas que seus clientes tem uns com os outros.

Dica # 5: Seja interessante
Não é difícil ser interessante. Publique vídeos, fotos e mensagens que seriam de interesse para seus clientes no Facebook. Você pode discutir sobre temas gerais que são relacionados ao seu produto e marca ou falar sobre férias e promoções especiais.

Dica # 6: Faça perguntas;  observe a resposta e responda
Fazer perguntas aos clientes sobre Facebook é uma boa maneira de aumentar os comentários de usuários e da participação, mas esta é também uma excelente oportunidade para você observar as respostas para melhorar seu negócio e marca. Se os clientes responderem e expressar uma opinião à sua pergunta, responda a mantenha a conversa.

Referência: Ecommerce Guide

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12jan Curso de Ecommerce para Empresas de Moda e Acessórios

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categoria Moda e Acessórios, que em 2009 representava 2% do faturamento total do ecommerce brasileiro, fechou o ano de 2011 com mais de 6%. Isso fez com que essa categoria saltasse da 16a colocação para a 6a em apenas dois anos! Esqueça a lenda de que as pessoas não compram roupas pela Internet. Estima-se que Netshoes e Dafiti, por exemplo, juntas tenham faturado mais de UM BILHÃO de Reais em 2011.

curso de Ecommerce para Empresas de Moda tem 70 horas de duração e capacita você nos aspectos gerenciais, de marketing e operações de lojas virtuais de roupas. São 36 horas presenciais e mais 34 horas de material complementar na Sala de Aula Virtual da Ecommerce School.

Inclui: visita a empresa de ecommerce + material (apostila, conteúdo online) + bônus de R$ 700,00 em sites parceiros)

Estude de qualquer lugar do Brasil via Webinar. Você assiste as aulas ao vivo pela Internet e pode fazer perguntas para o professor.

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7jan Socialito & Clikowaldo by Ecommerce School

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Socialito & Clikowaldo by Ecommerce School

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