17mai Projeto finalmente permitirá abrir empresa pela internet

Publicado por admin

Nenhum comentário

Boa notícia para empreendedores digitais. A iniciativa também reduzirá tempo para registro de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

A partir de junho, será possível abrir uma empresa pela internet. Um piloto do projeto Integrar será implantado no Distrito Federal e em oito estados: Sergipe, Paraná, Rondônia, Roraima, Tocantins, Ceará, Pará e Paraíba. A iniciativa abre caminho para a implantação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) em todo o país.

O Integrar é uma parceria entre o Sebrae, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Junta Comercial de Minas Gerias. O projeto é uma adaptação do Minas Fácil, iniciativa que simplificou a legalização de empresas no estado. “O projeto segue as regras para abertura e funcionamento de negócios validadas pelo Comitê Gestor da Redesim, que são mais simples, operadas de forma eletrônica”, explicou a gerente-adjunta de Políticas Públicas do Sebrae, Inês Schwingel.

“Enquanto o Banco Mundial aponta que o tempo médio para abertura de empresas no Brasil é de 152 dias, em Minas Gerais é de até 9 dias”, explicou Alex Francisco de Oliveira Barbosa, diretor da Junta Comercial de Minas Gerais. Ele participou, nesta quarta-feira (16), do II Encontro Nacional da Rede Sebrae de Políticas Públicas, em Brasília.

O evento reúne cerca de 60 gerentes e analistas do Sistema Sebrae. O objetivo é alinhar ações para o desenvolvimento das estratégias estabelecidas pela instituição. Entre os objetivos da iniciativa está a implantação em todo o país da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). “Vamos trabalhar com metas, objetivos claros visando implementar medidas em favor dos pequenos negócios, a exemplo do acesso às compras governamentais e da desburocratização para abertura e funcionamento de empresas previsto na Redesim”, disse o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick.

O grupo trabalha ainda para resolver a questão da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) por substituição tributária. Empresários reclamam que, na prática, o mecanismo anula a redução do tributo pelo Simples. A Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional propõe uma alteração na Lei do ICMS (Lei 87/06) para resolver o problema. O deputado Pedro Eugênio (PT/PE) confirmou para o dia 5 de junho uma reunião com o comitê Gestor do Simples Nacional e representantes do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para tratar do assunto.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Tags:

Compartilhe

9mai Prejuízo da B2W aumenta quase 27 vezes no trimestre

Publicado por admin

Nenhum comentário

A B2W – empresa responsável pelos sites de comércio eletrônico Americanas.com, Submarino, Shoptime, B2W Viagens, Ingresso.com, Submarino Finance, Blockbuster Online, MesaExpress.com.br e SouBarato.com.br – reportou nesta terça-feira (8/5) prejuízo 2.575% maior no primeiro trimestre do ano, com R$ 42,8 milhões, em comparação com o mesmo período de 2011, quando a perda foi de R$ 1,6 milhões.

A receita líquida teve queda de 2,7%, ao alcançar R$ 1,001 bilhão entre janeiro e março de 2012, ante R$ 1,029 bilhão em igual intervalo de 2011. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recuou 47,6%, para R$ 60 milhões no primeiro trimestre, frente a R$ 114,5 milhões no mesmo período do ano passado.

Em contrapartida aos resultados negativos, o número de reclamações registradas no Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (Sindec) dos três sites da B2W – Americanas.com, Submarino, Shoptime – totalizaram 3.044 no período, o que representa uma redução de 53% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

O lucro líquido da Lojas Americanas – controladora das marcas acima citadas – recuou 34,1% no trimestre, para R$ 41,1 milhões, em relação aos R$ 62,4 milhões em igual intervalo do ano passado. A receita líquida atingiu R$ 2,436 bilhões, face a R$ 2,253 bilhões registrados no primeiro trimestre de 2011, o equivalente a um crescimento de 8,1%.

No primeiro trimestre, o Ebitda alcançou R$ 272,3 milhões, queda de 2,6% quando comparado aos três primeiros meses de 2011.

Fonte: Brasil Econômico

Tags: , ,

Compartilhe

8mai Classe C paga à vista e alta renda, a prazo

Publicado por admin

Nenhum comentário

Crediários com prazos longos e parcelas que cabem no bolso não estão mais nos planos de consumidores da nova classe média. Agora, eles pretendem comprar à vista itens como celulares, computadores e tablets.

São os brasileiros de alta renda os que têm intenção de comprar esses mesmos produtos de forma parcelada.

O resultado foi apontado em um levantamento com 1.019 consumidores de 71 cidades do país feito pela Associação das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e pelo Data Popular, instituto especializado em baixa renda. A consulta ocorreu em dezembro de 2011 e janeiro deste ano.

Entre as famílias com renda mensal na faixa de R$ 3.000, 53% informaram ter intenção de comprar esses itens à vista. No caso das famílias com renda mensal acima de R$ 5.000, esse percentual é de 42,4%.

“A nova classe média está há quatro anos consumindo. Comprou carro e casa de forma parcelada. Já teve alguma experiência de endividamento. Quer continuar consumindo, mas com mais cautela”, diz Julio Takano, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo (Abiesv).

No fim do ano passado, 54% dos brasileiros da classe média informaram que usariam o 13º salário para pagar dívidas. Segundo a Fecomercio-SP, a quantidade de paulistanos com contas atrasadas em abril é a maior desde setembro de 2007.

Para Renato Meirelles, diretor e sócio do Data Popular, o crédito na alta renda é mais farto, e os juros cobrados no parcelamento têm menos impacto para essa faixa do que para a nova classe média.

“Nem o limite do cartão ele pode estourar. Depende do cartão para compras no supermercado e em outros locais; por isso, opta por comprar à vista quando pode.”

Silvio Rogério de Oliveira decidiu parar de comprar parcelado após ter feito dívidas em dois cartões de crédito, de cerca de R$ 2.000. “Quando parei de comprar a prazo, me organizei. Comprei um celular, mas à vista.”

Seis em cada dez consumidores da classe média têm intenção de comprar celulares à vista, segundo a pesquisa.

“Ter limite de crédito é tentador, assim como ter muitos cartões. Mas é preciso ter disciplina, não atrasar pagamentos, deixar separado o valor mensal da dívida e não gastá-lo em outras contas”, diz Luiz Calado, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças.

Fonte: Folha de S. Paulo

Tags:

Compartilhe

4mai Máquina de Vendas com Salfer e busca faturar R$ 1 bi a mais

Publicado por admin

Nenhum comentário

Para as redes varejistas como Casas Bahia, Ponto Frio e Magazine Luiza manterem seus espaços no mercado brasileiro de eletroeletrônicos (após a criação da Máquina de Vendas Sul, com a aquisição da Salfer feita pela Máquina de Vendas – já detentora de Insinuante, Ricardo Eletro, City Lar e Eletro Shopping -) e passarem a ser líder no setor no quesito número maior de lojas em território nacional, a melhor solução seria fazer novas aquisições ou fusões. Pelo menos é o que estima Ricardo Pastore, coordenador do núcleo de varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM-SP).

Na opinião do especialista em varejo, o mais correto neste momento é que esses outros players partam para operações regionais, como fez a Máquina de Vendas, ao comprar as operações da sulista Salfer e criar a nova marca, já mencionada. “Já era esperada pelo mercado essa compra, a Salfer se reestruturou para ser adquirida. Agora o mais correto para as outras redes é apostarem na regionalização de suas operações”, diz.

Ainda segundo Pastore, certos fatores farão com que os outras empresas do setor demorem a se reposicionar no mercado. ” O Grupo Pão de Açúcar (GPA) está estagnado com todo o processo de sucessão de Abílio Diniz. Já o Magazine Luiza teve um ano mais enxuto”, comenta.

Com a aquisição, a Máquina pretende aumentar seu faturamento em R$ 1 bilhão e atingir o montante de R$ 9 bilhões ao longo deste ano, mas ainda ficará atrás das operações da Viavarejo e do Magazine Luiza.

“Com essa parceria, completamos nossa atuação nacional e ultrapassamos em 100 lojas a meta de 1.000 estabelecimentos previstos para o primeiro semestre”, disse Luiz Carlos Batista, presidente do conselho de administração da Máquina de Vendas, em comunicado.

Para Claudio Felisoni, presidente do conselho do Provar/Ibevar, a partir de agora o fator preço é o que fará as redes manterem sua posição de destaque. “Todas essas bandeiras terão como único diferencial seus preços. Agora elas terão de fazer mais promoções para atrair novos clientes e fidelizar os que já fizeram compras anteriormente”, explica ele, e completa: “O maior beneficiado dessa “parceria” será o consumidor, com preços melhores e com um maior número de promoções realizadas por essas outras empresas do setor”.

Fonte: DCI

Tags:

Compartilhe

2mai Google+ mantém promessa, mas continua fraco em utilização

Publicado por ecommerceschool

Nenhum comentário

Apesar das características únicas para os usuários e os comerciantes, a rede social do Google ainda luta por relevância. No segundo semestre de 2011, após meses de especulação sobre se e como o Google finalmente “se tornar” social, o gigante das buscas lançou o Google + com grande alarde. Para dezenas de milhões de usuários de outros produtos do Google, não havia obstáculos para se juntar à nova rede social. Mas, apesar de seu rápido crescimento no número de usuários, o serviço não tem contado com a utilização presente em outras grandes mídias sociais.

Relatórios da comScore, por exemplo, mostram que o tempo médio gasto pelos usuários dos EUA no site da rede social foi reduzido para 3,3 minutos sendo que, em janeiro de 2012, era de 5,1 minutos em novembro do ano passado.

“O Google+ tem observado milhões de usuários se registrar no site desde seu lançamento, em julho 2011″, disse Maul Kimberly escritor, eMarketer / analista e autor do novo relatório, “Google+: Influencing the Integration of Search and Social.” ” “No entanto, o engajamento e participação não tem a velocidade como a de outras redes sociais. Isso se tornou um grande obstáculo para transformar o Google + em uma rede social relevante. ”

Mesmo com a atividade no Google + baixa e em declínio, como a novidade desgatada, a rede social ainda pode ter um impacto sobre os usuários do Google quando eles visitam outras propriedades do Google, especialmente em sua busca. A inauguração do Search Plus Your World, no início de 2012, levantou as sobrancelhas entre alguns defensores da privacidade, temendo que o Google estava integrando informações pessoais de forma inesperada, e ele também surpreendeu alguns usuários de busca com resultados que pareciam menos úteis do que antes.
Um pesquisador logado ao Google, que havia se registrado no Google + e acrescentou algumas pessoas em seus Círculos, pode não estar usando ativamente a rede social mais. Ainda assim, se as conexões do usuário ainda estiverem ativas, os seus “+1” e álbuns de fotos do Picasa terão um destaque súbito e inesperada em seus resultados de busca.

Este efeito, juntamente com a necessidade de reivindicar uma página de marca antes que alguém faça- torna o Google + difícil de ignorar para os comerciantes. E o serviço tem muitos elementos diferenciadores, incluindo alguns que o destaque dos atuais sites sociais tops. Em março de 2012, informações foram coletadas pelo eMarketer sobre os principais recursos que as marcas podem ser usadas no Google +, incluindo círculos, pontos de reunião e conexão direta.

Mas, embora essas páginas de marcas ofereçam oportunidades de marketing que não estão disponíveis a partir de concorrentes como o Facebook, colocar dólares no Google + antes de aumentar os níveis de uso continuará a ser uma tarefa difícil.

Fonte: Emarketer

Tags:

Compartilhe